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sábado, 28 de maio de 2016

«Nem em Israel encontrei tão grande fé»

29 de maio de 2016 | IX domingo do tempo comum Ano C
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A liturgia deste domingo dá-nos conta da expansão da fé, não mais confinada ao território histórico de Israel. Este tema está bem presente no convite do refrão do Salmo, a anunciar o Evangelho em todo o mundo.
O Evangelho mostra-nos a grande fé de um estrangeiro, um oficial romano, que coloca toda a sua confiança na misericórdia de Jesus e na sua Palavra, enquanto pede a cura de um seu servo. Jesus acede à sua súplica e mostra admiração pela grande fé deste homem estrangeiro.

sábado, 16 de janeiro de 2016

17 de janeiro de 2016 | II Domingo Tempo Comum | Ano C
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A liturgia de hoje apresenta a imagem do casamento como imagem que exprime de forma privilegiada a relação de amor que Deus (o marido) estabeleceu com o seu Povo (a esposa). A questão fundamental é, portanto, a revelação do amor de Deus. O Evangelho apresenta, no contexto de um casamento (cenário da “aliança”), um “sinal” que aponta para o essencial do “programa” de Jesus: apresentar aos homens o Pai que os ama, e que com o seu amor os convoca para a alegria e a felicidade plenas..

sábado, 19 de dezembro de 2015

«Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor?»

20 de dezembro de 2015 | 4º Domingo do Advento | Ano C
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O Evangelho sugere que esse projecto de Deus tem um rosto: Jesus de Nazaré veio ao encontro dos homens para apresentar aos prisioneiros e aos que jazem na escravidão uma proposta de vida e de liberdade. Ele propõe um mundo novo, onde os marginalizados e oprimidos têm lugar e onde os que sofrem encontram a dignidade e a felicidade. Este é um anúncio de alegria e de salvação, que faz rejubilar todos os que reconhecem em Jesus a proposta libertadora que Deus lhes faz. Essa proposta chega, tantas vezes, através dos limites e da fragilidade dos “instrumentos” humanos de Deus; mas é sempre uma proposta que tem o selo e a força de Deus.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

O Espírito torna suportável o peso das exigências da Palavra


"O Pentecostes é a plenitude da Páscoa, celebra o dom do Espírito, celebra aquilo que Deus já operou em Jesus de Nazaré e evoca o que "ainda" não é, ou seja, a extensão universal e cósmica das energias de vida e de salvação colocadas por Deus na ressurreição de Jesus. O Pentecostes é simultaneamente celebração e invocação.
(...)
Como Paráclito (“Consolador” como diz a tradução italiana), o Espírito é consolação, assistência na luta que o crente tem de enfrentar no mundo, defesa no processo que o próprio mundo (a mundanidade idolátrica) intenta contra Ele. Mas é também a força que consente ao crente que carregue o peso da palavra de Deus na história: aquelas palavras que os discípulos não podem “por agora” carregar (Jo 16,12), poderão ser carregadas, logo vividas e testemunhadas, graças ao Espírito Santo que fará delas jugo esmagador, mas suave e leve. Princípio de profecia, o Espírito torna suportável o peso das exigências da Palavra a que o Profeta e a Igreja (ministra e serva da Palavra, logo chamada, também ela a ser profética), são, antes de todos, submetidos."

LUCIANO MANICARDI, in: Mosteiro de Bose


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sábado, 21 de março de 2015

Viajar com Jesus aos campos de trigo

No 5º domingo da Quaresma, a nossa Diocese está em Peregrinação a Fátima: fica o convite para fazer a viagem aos campos de trigo com o desvio pelo Santuário…

Nos campos, aprendemos, com Jesus, que quando nos damos, cresce a vida, a comunhão, o amor! «Se o grão de trigo, lançado à terra, morrer, dará muito fruto». Para os gregos que queriam ver Jesus e, para isso, foram ter com os discípulos, a resposta vai no sentido deste lugar onde Ele se torna visível para todos: na cruz, Jesus é elevado, é glorificado. É nesta entrega total que continua a desafiar os discípulos que aceitam o desafio de "mostrar" Jesus...

Da carta do Sr. Bispo:
A comunhão não é uma coisa óbvia, mas requer um longo caminho de integração, de aceitação, de ascese, de aprendizagem, muita capacidade de perdão e muita paciência e perseverança.

Para rezar em família:
Senhor, nosso Deus e nosso Pai,
ajuda-nos a crescer no amor,
sabendo acolher, perdoar e compreender
cada um da nossa família.
Ámen

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sábado, 6 de setembro de 2008

XXIII Domingo do Tempo Comum

Esta passagem do Evangelho tem em vista a vida em Cristo dos membros da comunidade cristã entre si. Desde o início a Igreja sentiu, no meio de si, dificuldades na vida de comunidade. Onde houver homens, haverá dificuldades de convivência. Mas, por isso mesmo, essas dificuldades hão-de ser resolvidas humanamente, e sempre à luz de Deus, que é como quem diz, à luz da caridade de Cristo, sempre em ordem à unidade, e à construção no amor, nunca à destruição. É então, na unidade, que a comunidade se tornará a morada do Senhor, onde os homens O poderão encontrar.


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se o teu irmão te ofender, vai ter com ele e repreende-o a sós. Se te escutar, terás ganho o teu irmão. Se não te escutar, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão fique resolvida pela palavra de duas ou três testemunhas. Mas se ele não lhes der ouvidos, comunica o caso à Igreja; e se também não der ouvidos à Igreja, considera-o como um pagão ou um publicano. Em verdade vos digo: Tudo o que ligardes na terra será ligado no Céu; e tudo o que desligardes na terra será desligado no Céu. Digo-vos ainda: Se dois de vós se unirem na terra para pedirem qualquer coisa, ser-lhes-á concedida por meu Pai que está nos Céus. Na verdade, onde estão dois ou três reunidos em meu nome, Eu estou no meio deles».

Mt 18, 15-20

«Que devemos fazer?»

16 de dezembro de 2018 | III Domingo do Advento Leituras  |  Comentário  |  Boletim O tema deste 3º Domingo pode girar à volta da pergunta: ...